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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Desenhos gestuais

Parte do aprimoramento técnico do pintor é a prática diária do desenho. Isso faz uma enorme diferença para a pintura, pois se sabe que por trás de uma grande obra de arte há um edifício técnico e teórico muito consistente.

Abaixo, uma amostra dos meus últimos estudos:














quarta-feira, 30 de abril de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Estudos com carvão no Ateliê Contraponto

"Mikhail Baryshnikov"
Carvão vegetal e lápis-pastel branco
sobre papel Marrakesh


"Bob Dylan"
Carvão vegetal sobre papel Marrakesh

"Gabriel Garcia Marquez"
Carvão vegetal e lápis-pastel
sobre papel Marrakesh

"Isaiah Berlin"
Carvão vegetal sobre papel Marrakesh

"Joan Baez"
Carvão vegetal sobre papel Marrakesh

Estudo
Carvão vegetal sobre papel craft

Estudo
Carvão vegetal sobre papel craft

Estudo
Carvão vegetal sobre papel craft

"Músico de rua do séc XIX"
Carvão vegetal sobre papel craft

"Era um garoto"
Carvão vegetal sobre papel craft

Estudo
Carvão vegetal 
e lápis-pastel branco 
sobre papel craft

Estudo da pintura "Tito"
de Rembrandt
Carvão vegetal sobre
papel craft

Estudo de drapeado de Da Vinci
Carvão vegetal, sanguínea
e lápis-pastel sobre papel craft


"Alguma atriz de Hollywood"
Carvão vegetal sobre papel craft

Estudo de pés
Carvão vegetal
sobre papel craft

Estudo de modelo vivo
Carvão vegetal
sobre papel craft

terça-feira, 7 de maio de 2013

Exercícios em busca da forma

"A missão da arte não é copiar, e sim expressar a natureza! Você não é um mero copista, é um poeta! - exclamou vivamente o velho pintor, interrompendo Probus com um gesto dramático. (...) Temos de captar o espírito, a alma, a fisionomia das coisas e dos seres. (...) uma mão não está apenas ligada ao corpo; ela expressa e perpetua um pensamento que é preciso captar e traduzir. Nem o pintor, nem o poeta, nem o escultor podem separar o efeito da causa, que inelutavelmente contêm um ao outro!
(...)
É preciso descer o suficiente até a intimidade da forma, perseguir essa forma com suficiente amor e perseverança em suas fugas e desvios. A beleza é uma coisa severa e difícil, que não se deixa alcançar fácil: há que esperar seus momentos, espreitá-la, estreitá-la e enlaçá-la firmemente para obrigá-la a se render. A forma é um Proteu bem mais inapreensível e fértil em sinuosidades do que o Proteu da fábula; só depois de longos combates é que podemos forçá-la a mostrar-se em seu verdadeiro aspecto, (...) até que a natureza se veja forçada a mostrar-se desnuda e em seu verdadeiro espírito. 
(...)
A forma é, tanto nas suas figuras quanto para nós, um intérprete que comunica ideias, sensações, uma vasta poesia."

(Honoré de Balzac, em Le chef d'oeuvre innconnu)

Eis aqui mais alguns dos meus combates com a forma, nesta manhã, no Ateliê Takiguthi: